São tudo palavras
Tão deliciosamente
Desenhadas pela boca
Que as sussurra.
Tão venenosamente
Pensadas pela razão
Que as processa.
São tudo palavras
Excepto o que bate
Se bater, claro.
Se não bate, não vive,
Sobrevive.
Portanto, bata desenfreado
Senhor, meu coração,
Meu poeta, sem palavras.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Hoje sinto-me uma alma submersa
Encostada ao abismo do submundo
À procura do que não se encontra
Do que não se acha, do que se esconde
Para sempre.
Hoje sinto-me pintada de negro
Como um corvo que grita infinitamente
Aos meus ouvidos e me deixa surda.
Mas das cinzas virá a Fénix renascida
Com plumas coloridas e corpo delgado.
Pronta para voar ainda mais alto,
Pois é do alto que te vejo assim pequeno.
Encostada ao abismo do submundo
À procura do que não se encontra
Do que não se acha, do que se esconde
Para sempre.
Hoje sinto-me pintada de negro
Como um corvo que grita infinitamente
Aos meus ouvidos e me deixa surda.
Mas das cinzas virá a Fénix renascida
Com plumas coloridas e corpo delgado.
Pronta para voar ainda mais alto,
Pois é do alto que te vejo assim pequeno.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
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