Hoje sinto-me uma alma submersa
Encostada ao abismo do submundo
À procura do que não se encontra
Do que não se acha, do que se esconde
Para sempre.
Hoje sinto-me pintada de negro
Como um corvo que grita infinitamente
Aos meus ouvidos e me deixa surda.
Mas das cinzas virá a Fénix renascida
Com plumas coloridas e corpo delgado.
Pronta para voar ainda mais alto,
Pois é do alto que te vejo assim pequeno.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
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