Quando um estranho sufoco
Invade o nosso corpo
Com a força de um leão
Pronto para socorrer
O eu que foi esquecido,
Solta-se um sopro quente
Que nos percorre as veias
Até ao coração que pulsa
Desenfreadamente como
Se acabasse de nascer.
Descobre-se em nós o nu
A simplicidade do amor
E a infinita vontade de o dar.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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