Se acreditamos que basta um olhar, não há palavras mas inspirações desse olhar...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Se hoje sou um poema
Cantado aos cantos do meu corpo
Murmurado em eco pelo eu
De mim nada saiu, nada fugiu
Tudo ficou por dizer ou nada dito
Tudo o que ouvi e senti, vi de ti
Tudo que ouço ainda, vem de ti.

1 comentário:

  1. Julguei-te finda.
    Alegra-me esta não ausência,
    continuas, como me fosses ígnea.

    Partilho-te uma das curiosidades deste
    caminho...
    O teu livro passou a ser a minha cabeceira,
    tranquiliza-me porque adormeço com
    o que tenho de falar
    ou será...
    com quem tenho de falar?

    Beijo-te...

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