Voltei-me a mim,
Quanto tempo andei apenas longe,
À procura destas amiudes palavras,
Do consolo que é senti-las evaporarem-se
Por entre umas mãos desejosas de mais...
Quanto tempo foi?
Talvez demais para o tempo que nos resta
Escreveremos sonhos em pequenos traços de linha
E aguardamos que façam jus às palavras que dito.
Eu tenho um sonho...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Anda que eu perco-me nesta vontade
Desejo de ti o que nunca me foi prometido
E procuro dar-te além do meu horizonte
E só vejo até à luz dos teus olhos…
Chega mais perto, quero ver a lua
Quero pensar que nos perdemos em viagens
De braços abertos até ao infinito.
Quero sonhar que sou o que és e nada mais.
Estou perdida. Já te vi, amor!
Desejo de ti o que nunca me foi prometido
E procuro dar-te além do meu horizonte
E só vejo até à luz dos teus olhos…
Chega mais perto, quero ver a lua
Quero pensar que nos perdemos em viagens
De braços abertos até ao infinito.
Quero sonhar que sou o que és e nada mais.
Estou perdida. Já te vi, amor!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Por onde andas?
Não consigo seguir os teus passos.
A areia branca rasga as tuas pegadas,
Que o vento leva para longe.
Corro à procura da tua luz
Que me afogou naquele dia junto ao mar.
Essa luz que me afunda num outro mundo,
Numa outra realidade, onde somos apenas um.
Não vás para longe, fica junto a mim.
Encontraremos um canto feliz nesta areia...
Não consigo seguir os teus passos.
A areia branca rasga as tuas pegadas,
Que o vento leva para longe.
Corro à procura da tua luz
Que me afogou naquele dia junto ao mar.
Essa luz que me afunda num outro mundo,
Numa outra realidade, onde somos apenas um.
Não vás para longe, fica junto a mim.
Encontraremos um canto feliz nesta areia...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Escuta-me agora,
Talvez não fale de novo.
Os erros compridos e as
Desculpas já rotas,
Não me servem mais.
Acho que encolhi no tempo,
À espera de um sorriso aberto,
De uns braços fortes e destemidos,
Que abraçassem o meu coração.
Agora escuto a água a cair,
Quem sabe não fura a pedra gasta.
Queria apenas ouvir-te perto,
Esquecer estas montanhas que crescem
Entre nós.
Queria apenas ser o que era ou o nós,
Debaixo do céu ou de olho no horizonte.
Sabes o que trago aqui dentro,
Não te esqueças de mim.
Talvez não fale de novo.
Os erros compridos e as
Desculpas já rotas,
Não me servem mais.
Acho que encolhi no tempo,
À espera de um sorriso aberto,
De uns braços fortes e destemidos,
Que abraçassem o meu coração.
Agora escuto a água a cair,
Quem sabe não fura a pedra gasta.
Queria apenas ouvir-te perto,
Esquecer estas montanhas que crescem
Entre nós.
Queria apenas ser o que era ou o nós,
Debaixo do céu ou de olho no horizonte.
Sabes o que trago aqui dentro,
Não te esqueças de mim.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Não sei o que procuro.
Talvez saiba o que sinto,
Não desminto.
Apesar deste céu cinzento.
É mais do que um momento,
Não tenho dúvidas.
Até mais do que vários.
Uma junção de coisas vividas,
Desejadas, amadas...
É um querer agarrar, ficar,
Sem esquecer minuto.
É uma aproximação da distância,
Sem tirar a liberdade.
É uma recordação que paira
E aquece o meu coração.
Ainda te lembras?
Talvez saiba o que sinto,
Não desminto.
Apesar deste céu cinzento.
É mais do que um momento,
Não tenho dúvidas.
Até mais do que vários.
Uma junção de coisas vividas,
Desejadas, amadas...
É um querer agarrar, ficar,
Sem esquecer minuto.
É uma aproximação da distância,
Sem tirar a liberdade.
É uma recordação que paira
E aquece o meu coração.
Ainda te lembras?
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
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