Escuta-me agora,
Talvez não fale de novo.
Os erros compridos e as
Desculpas já rotas,
Não me servem mais.
Acho que encolhi no tempo,
À espera de um sorriso aberto,
De uns braços fortes e destemidos,
Que abraçassem o meu coração.
Agora escuto a água a cair,
Quem sabe não fura a pedra gasta.
Queria apenas ouvir-te perto,
Esquecer estas montanhas que crescem
Entre nós.
Queria apenas ser o que era ou o nós,
Debaixo do céu ou de olho no horizonte.
Sabes o que trago aqui dentro,
Não te esqueças de mim.
sábado, 2 de abril de 2011
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