Desfaço-me em pensamentos,
Quando só queria uma palavra
Que ecoasse bem alto o som
mais profundo do meu ser.
Já não tenho voz.
Vou imitando sons e gentes,
Esquecendo o ABC da minha história.
E ainda te imagino ao fundo,
Desligado, abstraído, sorrindo.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Escuta-me agora,
Talvez não fale de novo.
Os erros compridos e as
Desculpas já rotas,
Não me servem mais.
Acho que encolhi no tempo,
À espera de um sorriso aberto,
De uns braços fortes e destemidos,
Que abraçassem o meu coração.
Agora escuto a água a cair,
Quem sabe não fura a pedra gasta.
Queria apenas ouvir-te perto,
Esquecer estas montanhas que crescem
Entre nós.
Queria apenas ser o que era ou o nós,
Debaixo do céu ou de olho no horizonte.
Sabes o que trago aqui dentro,
Não te esqueças de mim.
Talvez não fale de novo.
Os erros compridos e as
Desculpas já rotas,
Não me servem mais.
Acho que encolhi no tempo,
À espera de um sorriso aberto,
De uns braços fortes e destemidos,
Que abraçassem o meu coração.
Agora escuto a água a cair,
Quem sabe não fura a pedra gasta.
Queria apenas ouvir-te perto,
Esquecer estas montanhas que crescem
Entre nós.
Queria apenas ser o que era ou o nós,
Debaixo do céu ou de olho no horizonte.
Sabes o que trago aqui dentro,
Não te esqueças de mim.
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