Peço-te que desaceleres o passo para que eu te possa acompanhar por um instante e contar-te aquela história que tens evitado ouvir. Bates tão forte, que nem um tambor afinado conseguiria tocar-te, de tão alto que te elevas. Escuta-me com atenção, porque nem sempre as minhas palavras são adequadas aos teus ouvidos e, mesmo cantadas, não tenho certeza que acompanhes a minha melodia. Tem calma. Respira. E procura encontrar-te em ti, como se da busca de uma essência milagrosa tudo isto se tratasse. Não te prometo que a encontres de imediato, que possas conhecer essa desencantada felicidade que, sem querer, mandaste embora. Mas talvez a possas reconstruir, nota por nota, palavra por palavra, verso por verso, até chegares àquela parte onde tudo se completa…
Não desanimes!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Acompanho-te como uma pena solta
Obedeço aos teus passos marcados no chão
E desfaço-me em pegadas ao teu lado
O meu corpo pode estar distante
Mas o meu coração quebrou o espaço
Pertence-te onde estiveres
Procura-me em cada palavra
E irás encontrar-me toda em ti
Como uma película aderente ao teu amor
Que agarra e não descola
Só para te lembrar de mim
Obedeço aos teus passos marcados no chão
E desfaço-me em pegadas ao teu lado
O meu corpo pode estar distante
Mas o meu coração quebrou o espaço
Pertence-te onde estiveres
Procura-me em cada palavra
E irás encontrar-me toda em ti
Como uma película aderente ao teu amor
Que agarra e não descola
Só para te lembrar de mim
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
o efeito do amor
translúcido e apetecível
dá-se a alma colada ao corpo
com inspirações inscritas
nas palpitações de um
desajeitado coração
fala-me de ti
cala-me com a tua voz meiga
quero apoderar-me da alegria
dessa fraqueza humana
eterna busca, a felicidade
trata-me bem
como um recado que trazes
um segredo bem guardado
não sei ser a tua história
quero antes viver contigo
translúcido e apetecível
dá-se a alma colada ao corpo
com inspirações inscritas
nas palpitações de um
desajeitado coração
fala-me de ti
cala-me com a tua voz meiga
quero apoderar-me da alegria
dessa fraqueza humana
eterna busca, a felicidade
trata-me bem
como um recado que trazes
um segredo bem guardado
não sei ser a tua história
quero antes viver contigo
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Quando um estranho sufoco
Invade o nosso corpo
Com a força de um leão
Pronto para socorrer
O eu que foi esquecido,
Solta-se um sopro quente
Que nos percorre as veias
Até ao coração que pulsa
Desenfreadamente como
Se acabasse de nascer.
Descobre-se em nós o nu
A simplicidade do amor
E a infinita vontade de o dar.
Invade o nosso corpo
Com a força de um leão
Pronto para socorrer
O eu que foi esquecido,
Solta-se um sopro quente
Que nos percorre as veias
Até ao coração que pulsa
Desenfreadamente como
Se acabasse de nascer.
Descobre-se em nós o nu
A simplicidade do amor
E a infinita vontade de o dar.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Hoje sinto-me uma alma submersa
Encostada ao abismo do submundo
À procura do que não se encontra
Do que não se acha, do que se esconde
Para sempre.
Hoje sinto-me pintada de negro
Como um corvo que grita infinitamente
Aos meus ouvidos e me deixa surda.
Mas das cinzas virá a Fénix renascida
Com plumas coloridas e corpo delgado.
Pronta para voar ainda mais alto,
Pois é do alto que te vejo assim pequeno.
Encostada ao abismo do submundo
À procura do que não se encontra
Do que não se acha, do que se esconde
Para sempre.
Hoje sinto-me pintada de negro
Como um corvo que grita infinitamente
Aos meus ouvidos e me deixa surda.
Mas das cinzas virá a Fénix renascida
Com plumas coloridas e corpo delgado.
Pronta para voar ainda mais alto,
Pois é do alto que te vejo assim pequeno.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
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